Quem sou eu

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Nasci em Pres. Prudente, me formei em jornalismo pela Unesp de Bauru. Morei quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei Inglês na Rutgers University of Newark - New Jersey. Completei 20 anos de carreira trabalhando nas redações das TV's Bandeirantes, SBT, Record e afiliadas da Rede Globo. A maior parte do tempo como repórter. Também dei aula de redação jornalística na Universidade Federal de Mato Grosso - Cuiabá. Fui editora de texto por 5 anos na TV TEM de São José do Rio Preto. Atualmente trabalho na Secretaria do Meio Ambiente. Tenho um interesse profundo pela poesia. Na fila para edição estão um livro de poesias e um infantil. O poema "Dilata" postado nesse Blog foi pra fase regional do Mapa Cultural Paulista. O romance "A queda da Manga" foi uma das quatro obras selecionadas pelo 'Concurso Nelson Seixas' de fomento à Cultura de Rio Preto. Gosto de gente simples, verdadeira. Do mesmo jeito que curto interagir com as pessoas, também fico muito bem sozinha.

sábado, 29 de maio de 2021

Preço e valor

Toda coisa tem valor. Estimativo ou milagreiro. Pagamos umas com abraço, e outras com dinheiro. Umas a gente vai gastando, outras duram o tempo inteiro. Tem a ver com a natureza do que compõe cada existência. Um valor pela matéria e outro pela essência. Um movido por planilhas e outro por paixão. Um valor é infinito e outro encaixa direitinho, no limite do cartão. Seja como for, fica aqui a diferença entre preço e valor. Então saiba minha cara. Você é jóia mais que rara, porque luta, porque ama. Nada traduz nem


nada paga, a sua beleza humana...

domingo, 23 de maio de 2021

Negacionismo


Eleitos foram. E leitos faltam. E lei toscas imperam. A morte vem. Amor, te vêem. Mas fazem pouco de você. Enquanto clamamos por vacina, eles debocham: Vá, sina!

sábado, 5 de dezembro de 2020

Dúvidas

Como viver sem livros, natureza, amigos? Como não ser

escravo do dinheiro, combater o fracasso, merecer um abraço? Como conviver com a ignorância, a corrupção, vazios? Como entender a hipocrisia, o bem e o mal, a falta de justiça social? Como lidar com a negação da gentileza, a ausência de comida na mesa, o excesso de orgulho? Como dormir com esse barulho? É sempre assim. No final do dia, o cansaço de aprender com o que me encanta e o que me espanta...


domingo, 18 de outubro de 2020

Inundação

Eles conversavam de um jeito peculiar. Ele
a amava tanto que disse que o seu amor estava represado. Ela disse pra ele abrir as comportas. Ele disse que o mundo não comportaria...

sábado, 17 de outubro de 2020

As aberturas

Sonhei com você. Me entregava um molho de chaves com barbantes apertados. Mas por alguma razão, enxerguei aberturas... O molho de chaves era uma daquelas simbologias que a gente interpreta porque o coração está cansado... Então entendi que deveria seguir confiante e livre de amarras...Que depois das portas eu deveria escancarar as janelas...Que depois das janelas haveria pássaros e  árvores e sol... Que só há vida onde há aberturas...


domingo, 11 de outubro de 2020

Nascente

Não eram jóias caríssimas. Não eram viagens fantásticas. Não eram luxos inesquecíveis. As grandezas insubstituíveis estavam no ignorado. O amor era a nascente da matinha. Gota a gota, fazia existir um rio inteiro...

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Meu anjo


Às vezes sinto que você é o meu anjo...Discreto, mas certo de sua tarefa. Eu na outra ponta, um misto de amiga do passado ou de alma de outros tempos? Você me acompanha...Joga perguntas na minha mente mostrando que o amor atemporal é feito de incômodos inevitáveis, de necessários despertares, de lembranças, de lágrimas, de esquecimento. Mas você sempre está presente, no tempo físico e na falta dele. Você é meu ninho Invisível! E eu? Pássaro rebelde a viver o amor e a incompreensão pela falta de carinho no mundo...Sim, você é meu anjo! Guardemos esse segredo, que sua tarefa não é nada fácil..

domingo, 20 de setembro de 2020

Descoberta

Ele acreditava que as respostas ficavam num eixo localizado entre a latitude e a longitude da alma e que por isso a vida estava desvendada. Engano. Havia respostas caleidoscópicas, hemisférios obscuros, vértices trêmulos, verdades mutantes, oxítonas tímidas, tormentas escondidas, pêndulos confusos, posturas flácidas. Quando a profundidade escancarava seus tentáculos, ele desejava a superfície. Inútil! Havia 

perguntas empilhadas, dúvidas maltrapilhas, cúpulas dissimuladas, âmagos vazios, intenções mutiladas, murmúrio de caminhos, rótulos oportunistas, nenhuma pista. Ele desejava a brisa, mas foi sugado pela ventania. Era nela que estava a linguagem do vento, que nasceu pra mudar tudo de lugar. Era fato. Quando sucumbiu, ele a tudo descobriu.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Presença

Você, presente ou ausente, ocupa os poros da minha mente, fervilha o amor. É curiosa essa sua presença. Como o vento, toca, sem se deixar ver...


Lance

 É preciso ser breve e preciso, à velocidade que entregamos a nossa vida...